Adriane Galisteu revela que “viveu a ditadura da magreza” e critica pressão estética no entretenimento
Reprodução: Instagram Em entrevista ao jornalista Leo Dias exibida no programa Melhor da Tarde, a apresentadora Adriane Galisteu falou abertamente sobre a intensa pressão estética que enfrentou ao longo da carreira — especialmente no início, quando atuações na televisão e na moda exigiam um corpo muito magro para alcançar oportunidades de trabalho. Segundo ela, ter medidas específicas chegava a ser uma imposição profissional, e ela passou boa parte da vida sonhando em ter “90 de quadril” para conseguir papéis e contratos.
Galisteu também comentou sobre o atual fenômeno das chamadas “canetas emagrecedoras”, tendências e medicamentos que facilitam a busca pelo corpo ideal, lembrando que esse cenário remete à forte cultura da magreza do passado. Ela defendeu que cada pessoa deve escolher como viver seu corpo sem sofrer julgamentos de terceiros.
A apresentadora, que atualmente comanda o reality A Fazenda, ressaltou que o espelho e a própria felicidade são mais importantes do que padrões externos de beleza, e que a diversidade de corpos é algo a ser celebrado — uma visão que contrasta com o que era esperado de profissionais da moda e TV em décadas anteriores.




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